sábado, 19 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Manhã de Sábado.
Acordei agora pouco e a janela do meu quarto tem gotinhas de água.
O céu por aqui está cinza, sinto que os dias de setembro são chuvosos.
Sinto meu corpo cansado, vontade de não falar com ninguém hoje.
Mas, tenho aula da pós daqui a pouco e coisas interessantes me esperam. Não li os textos, não fiz a atividade, estou chateada.
Preciso arrumar minha casa e organizar meu tempo.
Talvez eu precise comer mais banana com granola.
O céu por aqui está cinza, sinto que os dias de setembro são chuvosos.
Sinto meu corpo cansado, vontade de não falar com ninguém hoje.
Mas, tenho aula da pós daqui a pouco e coisas interessantes me esperam. Não li os textos, não fiz a atividade, estou chateada.
Preciso arrumar minha casa e organizar meu tempo.
Talvez eu precise comer mais banana com granola.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Blog Novo: codigoet
Depois de tanto tempo sem escrever, resolvi voltar a blogar.
Pretendo voltar aqui no Motejo também, mas por enquanto
o Código Et descreve meu momento profissional.
Planner´s life. hehe
Conheçam o Código Et neste link aqui.
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domingo, 5 de julho de 2009
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
1 ano.
Hoje, Paty me escreveu e disse que estava muito calor em Santiago, sendo que há um ano atrás estávamos num frio absurdo.
Mais do que isso, um ano se passou.
Esse foi o ano mais difícil da minha vida.
Muita coisa mudou, eu vivi experiências que nunca imaginara e amei bastante.
Posso rir de cada lágrima, cada choro de dor.
Cada sorriso bobo de saudade das coisas que não voltam mais.
É 1 ano.
Esse dezembro será nostálgico.
Mais do que isso, um ano se passou.
Esse foi o ano mais difícil da minha vida.
Muita coisa mudou, eu vivi experiências que nunca imaginara e amei bastante.
Posso rir de cada lágrima, cada choro de dor.
Cada sorriso bobo de saudade das coisas que não voltam mais.
É 1 ano.
Esse dezembro será nostálgico.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Romance

O Beijo Perfeito - Gustavo Klimt
Hoje eu não fui trabalhar e aproveitei para organizar algumas coisas do meu cotidiano.
Coisas tais que me levaram ao cinema do Shopping D (São Paulo), pagar 4 reais e assistir Romance. Filme de Guel Arraes, estrelado por Wagner Moura e Letícia Sabatella. Não vou escrever com um olhar observador do cinema, no entanto como alguém que respirou fundo no final do filme.
Já adianto que ele não é o mais surpreendente dos últimos tempos.
O filme mexeu comigo do início ao fim, até mesmo nas confusões que pude notar entre a história de Tristão e Isolda e o filme como um todo. Senti uma confusão, em algumas cenas. Como também, não gosto dessa história de muita narração. Quero ver cena a cena, ato a ato.
No começo, eu percebi um filme-teatro e me lembrou um pouco Closer - Perto Demais, a representação aparece mais viva, como a ligação entre o palco e a platéia. Os diálogos, quando foram iniciados, me fizeram voltar no tempo e relembrar momentos. A intensidade, a cumplicidade e o olhar. Me senti em Ana (Letícia Sabatella) na hora que seus olhos negros, como os meus, brilhavam na frente dele (Pedro - Wagner Moura). Por um momento, eu abaixei meus olhos e só eu sei o que passou naquela hora.
Logo depois, o filme toma outros rumos e de presente eu escuto Nosso Estranho Amor - Caetano Veloso:
"Não quero sugar todo seu leite
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor"
E foi exatamente o que eu senti.
Não posso esquecer das declarações feitas por Pedro, ao falar sobre preferir ficar sozinho do que não ter boas companhias, no mesmo minuto senti medo, por tantas vezes dizer o mesmo.
Na verdade, o filme como um todo me fez pensar, sentir e depois de tudo ter um soluço de choro, chorar de saudade, por não poder viver mais o beijo perfeito que Gustavo Klimt pintou.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Um Sonho de Saudade
Quem sabe a sala da casa mudara.
Algumas luminárias, uma mesa grande e outros olhares ao redor.
Eu olhei um pouco. Você começou a ler uma carta. Cada frase diziam coisas lindas, gestos fragéis e o meu coração apertava. Era quase de verdade, todas aquelas linhas.
Não tinha mais ninguém ali e eu me confundia no que dizer a você.
Eu sempre soube que não era para mim.
Agora, eu sabia muito menos. Já era meu quarto.
O colchão no chão, meu corpo deitado e se contorcendo no formato de suas pernas, que tanto me prendiam.
Por alguns minutos, eu senti seu rosto e a ponta do seu nariz tocando as minhas curvas, os seus beijos entre os meus seios e, mais um pouco, respirei o mesmo ar que você.
Minhas mãos não se mexiam e não conseguia tocar o seu rosto.
Era tudo tão intenso, que por um momento eu achei que era verdade, como a última noite.
Mas, agora se quer tinham flores.
Apenas, um lençol molhado e você saindo pela porta.
Nessa hora, eu acordei.
Para começar um novo dia.
Algumas luminárias, uma mesa grande e outros olhares ao redor.
Eu olhei um pouco. Você começou a ler uma carta. Cada frase diziam coisas lindas, gestos fragéis e o meu coração apertava. Era quase de verdade, todas aquelas linhas.
Não tinha mais ninguém ali e eu me confundia no que dizer a você.
Eu sempre soube que não era para mim.
Agora, eu sabia muito menos. Já era meu quarto.
O colchão no chão, meu corpo deitado e se contorcendo no formato de suas pernas, que tanto me prendiam.
Por alguns minutos, eu senti seu rosto e a ponta do seu nariz tocando as minhas curvas, os seus beijos entre os meus seios e, mais um pouco, respirei o mesmo ar que você.
Minhas mãos não se mexiam e não conseguia tocar o seu rosto.
Era tudo tão intenso, que por um momento eu achei que era verdade, como a última noite.
Mas, agora se quer tinham flores.
Apenas, um lençol molhado e você saindo pela porta.
Nessa hora, eu acordei.
Para começar um novo dia.
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